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Seguro de Transporte de Cargas

Proteção para a carga, a responsabilidade e a continuidade da operação.

Para transportadoras e operadores logísticos, a análise precisa considerar coberturas, valores por embarque, mercadorias, rotas, frota, subcontratação, PGR, averbação e histórico de sinistros.

Análise técnica

Seguro de transporte não deve ser comparado apenas pelo prêmio.

Uma estrutura adequada precisa acompanhar a realidade da operação e as exigências contratuais que afetam o dia a dia da transportadora.

Ponto central: uma condição de prêmio mais baixa pode perder vantagem quando o PGR é mais oneroso, os limites são insuficientes ou existem procedimentos e restrições incompatíveis com a operação.

RCTR-C, RC-DC e RC-V

Na análise da estrutura vigente, identificamos quais seguros estão contratados, seus limites, franquias ou participação obrigatória, condições particulares, regras de averbação e exigências operacionais. O objetivo é verificar se a combinação contratada acompanha o perfil real de transporte.

Mercadorias, valores e rotas

Medicamentos, eletrônicos, celulares, alimentos, bebidas, autopeças, produtos químicos, máquinas e outras cargas podem receber tratamentos distintos pelas seguradoras. Também precisam ser observados o valor médio por embarque, o maior valor normal, os picos excepcionais e as rotas de maior exposição.

PGR e gerenciamento de risco

Rastreamento, monitoramento, bloqueio, isca eletrônica, escolta, controle de rotas, paradas, pernoite, geofencing e critérios de liberação de motoristas podem fazer parte do Plano de Gerenciamento de Riscos. Essas exigências precisam ser compatíveis com o perfil da operação e com a capacidade de execução da empresa.

Averbação

A averbação deve ser tratada como parte do processo operacional. É importante conferir como CT-e, MDF-e, NF-e e demais documentos são transmitidos, quais sistemas são utilizados e se existem falhas, atrasos ou divergências recorrentes.

Sinistros e experiência de atendimento

Roubo, furto, colisão, tombamento, incêndio, avaria e outras ocorrências devem ser analisados em conjunto com valores, frequência e forma de regulação. O histórico ajuda a identificar pontos que podem exigir correção operacional ou mudança na estrutura de cobertura.

Checklist inicial

Informações que ajudam a preparar uma cotação consistente.

Operação

Mercadorias, origens, destinos, rotas, modalidades e perfil de distribuição.

Valores

Valor médio e máximo por veículo, movimentação mensal e faturamento de fretes.

Frota

Frota própria, agregados, TAC, transportadoras subcontratadas e tipos de veículos.

Estrutura atual

Apólices, condições particulares, PGR, relatórios de embarques e sinistros.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns antes da renovação.

Vale a pena cotar apenas quando a apólice está perto do vencimento?

O ideal é iniciar o diagnóstico com antecedência suficiente para revisar documentos, entender a operação e organizar as informações antes de submeter o risco ao mercado.

A proposta com menor prêmio é sempre a melhor?

Não. Limites, franquias, exclusões, sublimites e exigências do PGR podem alterar de forma relevante o custo e a viabilidade operacional.

Por que a seguradora pede informações tão detalhadas da operação?

Porque mercadoria, valor, rota, frota, histórico e gerenciamento de risco influenciam a aceitação, as condições e o preço do seguro.

A NSCARVALHO pode revisar minha apólice atual antes de cotar?

Sim. A proposta do diagnóstico é justamente entender a estrutura vigente e identificar se existe espaço real para melhoria antes de movimentar seguradoras.

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